Professora titular de Tecnologia Educativa da Universidade de Barcelona expôs o dilema: como aprendizes da cultura analógica podem educar na cultura digital
O 16º Educador trouxe ao Brasil, pela primeira vez, a filósofa e pedagoga espanhola Cristina Alonso Cano para debater com o professorado brasileiro um tema que desafia agentes educacionais de todo o mundo: como aprendizes da cultura analógica, hoje educadores, podem educar as crianças da era digital.
Cristina, que é professora titular de Tecnologia Educativa da Faculdade de Pedagogia da Universidade de Barcelona, iniciou sua apresentação destacando as diferenças entre professores e alunos. “Quem ensina nos dias de hoje pertence a uma geração totalmente distinta da atual, com características que os distanciam, entre elas a capacidade de lidar com os meios tecnológico e de comunicação”.
Segundo ela, os professores pertencem à geração analógica, que descobriu a internet na já vida adulta. “Aprendemos a utilizamos a internet apenas para buscar informação enquanto os jovens interagem com ela, com grande capacidade e domínio da comunicação. Hoje qualquer adolescente tem um blog ou página em uma comunidade virtual”.
A pedagoga também destacou as diferentes capacidades de absorção de ambos. De acordo com Cristina, as pessoas educadas nas de 70 e 80 têm conexões cerebrais distintas das crianças nascidas a partir dos anos 90. “Os docentes tiveram como base uma cultura voltada à palavra e à reflexão enquanto que os alunos pertencem à cultura da imagem, muito mais sensorial e intuitiva”.
Impasse – O debate foi centralizado no seguinte dilema: como imigrantes digitais (professores) podem ensinar os nativos digitais (alunos).
Para a palestrante, o primeiro passo é reconhecer o problema. “O professor tem de assumir sua condição de imigrante digital e conhecer o mundo em que vivem seus alunos. Trata-se de uma responsabilidade ética. É preciso migrar da cultura letrada à mente digital e ir além. O docente precisa aprender a aprender para provocar o desejo nos nativos digitais de continuar aprendendo”.
Cristina também atribuiu os atuais conflitos entre professores e alunos à distância digital entre ambos. “O professorado precisa se aproximar do mundo dos alunos, conhecer suas múltiplas linguagens. Senão como formar leitores e amantes da escrita será possível?”, indagou.
Debate - A plateia colocou várias questões pertinentes ao foco central da palestra: refletir sobre como conhecer e aprender na sociedade a informação. Um dos aspectos apontados foi a grade curricular.
A pedagoga afirmou que professores da Espanha como do Brasil, exceto de alguns países como a Finlândia, têm de seguir modelos educacionais. “Isso realmente dificulta a introdução de novas linguagens tecnológicas nos processos educacionais. Mas os docentes precisam dar um passo à frente, introduzir inicialmente pequenas ações que possam aproximar a aula da linguagem da geração digital”.
Cristina Alonso Cano elogiou os temas e toda a estrutura do 16º Educar, além do nível das demandas. “O debate foi amplo e mostrou que os docentes têm as mesmas dificuldades e desafios”. Outro aspecto destacado pela palestrante espanhola foi o carisma e a receptividade do público brasileiro.
Michella Guijt – Mtb 27592
Do site Educar Educador
domingo, 17 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Dicas para utilizar o tempo de forma mais produtiva
Conhecemos pessoas que não possuem uma casa para morar, conhecemos outras que possui sua casa de morada e até casa de praia, às vezes até uma casa de campo.
Clientes de bancos que possui uma conta recheada de dinheiro outros recheada de dívidas.
Existem pessoas muito ocupadas sem tempo para nada, já outras não tem em que ocupar o seu tempo.
A diferença entre as três situações citadas é que alguém pode ter mais dinheiro que o outro, mas ninguém tem mais de 24 horas por dia para viver. A natureza foi generosa e democrática distribuindo de forma igual tempo para cada um de nós.
O problema a ser resolvido é: o que se pode fazer para aproveitar melhor o tempo que dispomos?
Para a estudante da Universidade Tiradentes Kleydiane Feitosa o planejamento das atividades sob sua responsabilidade permite que ela tenha tempo para tudo o que precisa fazer, ela diz:
"Hoje, de acordo com o texto, as pessoas sempre se queixam da falta de tempo para a realização de suas tarefas diárias ou da falta de tempo para a realização de novas tarefas. E ainda, relata que tempo é sinônimo de luxo, ou seja, poucas pessoas têm.
Eu consigo "aumentar" o meu tempo da seguinte forma:
* emails: só olho uma vez por dia, geralmente no fim da tarde. E deleto todos que não são importantes (propagandas)( pelo endereço eu sei do que se trata)
* Msn: só entro quando quero enviar algum arquivo urgente para alguém, ou me reunir com grupos de trabalho. Ex: trabalho em grupo. Eu posso utilizar o MSN para me reunir com o grupo sem me deslocar da minha casa ( o simples ato de se deslocar de casa já é uma perda de tempo, pois poderia utilizar esse tempo de deslocamento para a realização do trabalho.
* trabalhos acadêmicos ou escolares: ao invés de escrevê-los primeiro no papel, eu já os digito no computador. (além de poupar o meu tempo escrevendo uma só vez o trabalho, poupo alguma árvore de ser derrubada e de ser transformada em papel.)
* utilização de tecnologias: o que posso resolver via email eu resolvo (coisas seguras), e só me desloco de casa quando for imprescindivel a minha presença para resolver algo (coisas que não confio serem resolvidas pela net).
*resolver várias coisas em um só dia: quando tenho que sair, aproveito ao máximo para resolver tudo em um único dia.
Portanto, eu acho que tenho tempo para tudo aquilo que preciso fazer, visto que sempre planejo as minhas atividades com antecedência."
Clientes de bancos que possui uma conta recheada de dinheiro outros recheada de dívidas.
Existem pessoas muito ocupadas sem tempo para nada, já outras não tem em que ocupar o seu tempo.
A diferença entre as três situações citadas é que alguém pode ter mais dinheiro que o outro, mas ninguém tem mais de 24 horas por dia para viver. A natureza foi generosa e democrática distribuindo de forma igual tempo para cada um de nós.
O problema a ser resolvido é: o que se pode fazer para aproveitar melhor o tempo que dispomos?
Para a estudante da Universidade Tiradentes Kleydiane Feitosa o planejamento das atividades sob sua responsabilidade permite que ela tenha tempo para tudo o que precisa fazer, ela diz:
"Hoje, de acordo com o texto, as pessoas sempre se queixam da falta de tempo para a realização de suas tarefas diárias ou da falta de tempo para a realização de novas tarefas. E ainda, relata que tempo é sinônimo de luxo, ou seja, poucas pessoas têm.
Eu consigo "aumentar" o meu tempo da seguinte forma:
* emails: só olho uma vez por dia, geralmente no fim da tarde. E deleto todos que não são importantes (propagandas)( pelo endereço eu sei do que se trata)
* Msn: só entro quando quero enviar algum arquivo urgente para alguém, ou me reunir com grupos de trabalho. Ex: trabalho em grupo. Eu posso utilizar o MSN para me reunir com o grupo sem me deslocar da minha casa ( o simples ato de se deslocar de casa já é uma perda de tempo, pois poderia utilizar esse tempo de deslocamento para a realização do trabalho.
* trabalhos acadêmicos ou escolares: ao invés de escrevê-los primeiro no papel, eu já os digito no computador. (além de poupar o meu tempo escrevendo uma só vez o trabalho, poupo alguma árvore de ser derrubada e de ser transformada em papel.)
* utilização de tecnologias: o que posso resolver via email eu resolvo (coisas seguras), e só me desloco de casa quando for imprescindivel a minha presença para resolver algo (coisas que não confio serem resolvidas pela net).
*resolver várias coisas em um só dia: quando tenho que sair, aproveito ao máximo para resolver tudo em um único dia.
Portanto, eu acho que tenho tempo para tudo aquilo que preciso fazer, visto que sempre planejo as minhas atividades com antecedência."
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